A primeira propriedade que um humano usufrui é a de seu corpo e sua vida. A escravidão é a forma de roubo mais horrível porque trata-se de uma pessoa apropriar-se do bem mais precioso de outra pessoa, que é a própria pessoa.
O direito a vida hoje no entanto não é visto como um direito, mas como uma obrigação. Não sentimos a diferença entre um e outro porque no geral gostamos de viver, então não é nenhum sacrifício cumprir com esta obrigação.
A diferença torna-se clara quando alguém por qualquer razão não deseja mais viver. Há muitas pessoas que sofrem de doenças terminais ou que sabem que irão sofrer delas, como este atleta, e confrontam-se coma realidade de que não terão a capacidade de abrir mão do seu direito à vida quando desejarem, pelo que serão condenados a definhar lentamente em condições degradantes.
O direito a vida deve incluir o direito de decidir pelo fim dela. Em alguns países de primeiro mundo isto já é aceito, aqui a discussão praticamente não existe, infelizmente.
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